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A ruptura nos modelos de negócio

Nos surpreendemos cada vez que um novo modelo de negócio aparece no mercado para explorar algo que jamais havíamos pensado antes.

Apps que intermediam corridas de taxi antes controladas pelas cooperativas e rádio-taxi, musica gratuita, legal, por streaming no spotify, vídeos em streaming, ilimitados pelo Netflix, os clubes de compra como GroupOn e Peixe Urbano, aluguel da sua própria casa ou cômodo por uma temporada via Airbnb, em fim, os modelos que surgiram nos últimos anos são muitos.

Entretanto ainda existem modelos tradicionais: Jornais que ganham dinheiro com anúncios, agências de comunicação baseadas em time-sheet, e empresas que não mudam a receita produto X “cash”. Mas por quanto tempo estes modelos ainda vão durar?

Não é novidade a crise instalada nos veículos de comunicação que precisaram rebolar para manter suas receitas depois da popularização da web e, principalmente, dos blogs, que tomaram uma fatia dos leitores. Paywalls foram criados, cotas de matérias grátis por mês nos sites e assim vai. Sinais de que os tempos mudaram.

A JWT, consultoria internacional, soltou no final do mês passado o seu estudo chamado “The Circular Economy”. Mais do que falar de modelos de negócio inovadores, fala também de modelos inovadores ao se pensar um negócio, já atrelando conceitos como a sustentabilidade nos aspectos econômico, ambiental e social neste modelo.

Segundo a empresa, apesar de aparentemente mais onerosos, em um primeiro momento, muitas empresas estão vendo que os benefícios para o negócio, sua imagem e reputação, em longo prazo, são muitas.

Veja abaixo o estudo completo.

Abraços

Pedro Prochno | Sócio-fundador da Hygge.it

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